22/06/2022 as 16:22

Lula tem 17 pontos de vantagem sobre Bolsonaro no 2 turno

O petista tem 52% das intenções de voto em um embate direto com o chefe do Executivo, que tem 35%, de acordo com a pesquisa

Política Online

Política
Por Ewerton Júnior
<?php echo $paginatitulo ?>

A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno alcançou 17 pontos porcentuais, segundo levantamento da empresa PoderData divulgado nesta quarta-feira, 22. O petista tem 52% das intenções de voto em um embate direto com o chefe do Executivo, que tem 35%, de acordo com a pesquisa. Esta é a maior diferença entre os dois presidenciáveis no segundo turno desde janeiro deste ano, quando a vantagem de Lula era de 22 pontos. Entre o fim de agosto e o começo de setembro de 2021, o ex-presidente chegou a ter 25 pontos a mais que Bolsonaro, também de acordo com o PoderData. Quanto ao primeiro turno, Lula e Bolsonaro registraram oscilações dentro da margem de erro. Segundo a pesquisa, o petista tem, hoje, 44% das intenções de voto, ante 34% do presidente.

A diferença em relação à rodada anterior do levantamento é que o pré-candidato do PT variou um ponto para cima, e o do PL, um ponto para baixo. Ciro Gomes (PDT) tem 6% da preferência; André Janones (Avante), 2%; Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil) e Eymael (DC) empatam em 1%. O PoderData também apontou que Lula tem 45% das intenções de voto entre quem recebe o Auxílio Brasil. Como mostrou o Estadão há algumas semanas, Bolsonaro está insatisfeito com a campanha de comunicação envolvendo o benefício e quer emplacar melhor o seu nome como criador do programa. A empresa consultou 3 mil eleitores por telefone entre os dias 19 e 21 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O código de registro na Justiça Eleitoral é BR-07003/2022.

A ONÇA DEFENDE A BARRA DA ONÇA

O deputado Gilmar Carvalho (PL) usou o pequeno expediente para comunicar ações que tomará nos próximos dias em prol dos moradores da comunidade Barra da Onça, na cidade de Poço Redondo. “Eu sei que se trata de um povo acolhedor e de muita alegria. Então para esse povo eu digo que vamos apresentar provavelmente na próxima semana uma série de indicações, porque os nossos projetos não são votados, a não ser que tenha o apoio do Governo do Estado”, falou. As declarações ocorreram durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe.

VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

A vereadora Linda Brasil (PSOL), ocupou o Pequeno Expediente nesta terça-feira, 21, para cobrar ações mais efetivas de enfrentamento à violência contra as mulheres. Segundo dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEACrim), da SSP, só em 2022 o estado já registrou 5 feminicídios e 580 casos de ameaças. “Nós mulheres não aguentamos mais ler notícias de feminicídios que acontecem em nosso estado. Nós ficamos indignadas/os e tristes, ao perceber que as autoridades e as estruturas do Estado não trabalham efetivamente para acabar com a violência contra as mulheres”, reforçou. A parlamentar trouxe ao plenário os últimos casos de feminicídio divulgados pela imprensa, como o ocorrido no Povoado Gameleiro e no Conjunto Marcos Freire II. Para Linda, é inadmissível que o assassinato de mulheres continue sendo normalizado no estado e na sociedade brasileira. Na ocasião, a vereadora também lamentou o aumento da violência na Zona Norte de Aracaju, que vitimou em menos de 24 horas três pessoas no Bugio, um adolescente morto e um duplo homicídio. É preocupante o agravamento da violência e homicídio na periferia, que continua vitimando em sua maioria pessoas negras e pobres. “Percebemos que os instrumentos da Segurança Pública muitas vezes não funcionam, existem câmeras da Ciosp, mas quando acontece um caso como aconteceu com a Gabi, travesti brutalmente assassinada na Orla do bairro Industrial, até hoje não sabemos quem cometeu o crime”, afirmou.

PEC

Uma proposta de emenda à Constituição prevê que o piso salarial da categoria seja fixado por lei federal para evitar questionamento na Justiça. O deputado federal Laércio Oliveira (PP-SE) será membro da Comissão Especial do piso Salarial da Enfermagem que vai analisar a PEC 11/22, que determina que uma lei federal instituirá pisos salariais nacionais para o enfermeiro, o técnico de enfermagem, o auxiliar de enfermagem e a parteira. Ao inserir na Constituição os pisos salariais para essas categorias, a intenção é evitar uma eventual suspensão na Justiça do piso aprovado pelo Congresso através do PL 2564/20. “A aprovação do PL foi o primeiro passo dessa luta. Continuarei nessa batalha por reconhecer a importância dessa categoria, que tem grandes responsabilidades salvando vidas. Quem fica no leito de um hospital os valoriza “, disse Laércio. Foi eleito presidente da comissão o deputado Júlio César Ribeiro (Republicanos-DF) e indicada como relatora a deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC). Zanotto fez um apelo para que a proposta seja votada antes do recesso parlamentar de julho e que o mínimo de audiências públicas sejam realizadas. “Com certeza vamos fazer um acordo de procedimentos para que ela tramite sem obstrução e possa ser levada ao Plenário antes do recesso”, disse. A relatora também reafirmou o compromisso de aprovar propostas que garantam fontes de custeio para o pagamento do piso cujo impacto fiscal é estimado em R$ 16 bilhões. “Nosso trabalho precisa continuar para garantir recursos necessários para fazermos frente a implantação do piso”, afirmou. Entre as medidas, ela citou, por exemplo, a desoneração da folha de pagamento da área de saúde.

CONTROLE SOBRE CORRUPÇÃO

O presidente Jair Bolsonaro(PL) voltou a dizer que não tem controle sobre corrupção nos ministérios ao falar sobre a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, ocorrida na manhã desta quarta-feira (22/6). O pastor evangélico foi detido hoje em Santos (SP) no âmbito de uma operação da Polícia Federal (PF) que mira desvios no Ministério da Educação. “O caso do Milton, pelo que eu estou sabendo, é aquela questão que ele estava, estaria com a conversa meio informal demais com algumas pessoas de confiança dele. E daí houve denúncia que ele teria buscado prefeito, gente dele para negociar, para liberar recurso, isso e aquilo. E o que aconteceu? Nós afastamos ele. Se tem prisão, é Polícia Federal. É sinal de que a Polícia Federal está agindo”, afirmou Bolsonaro, em entrevista à rádio Itatiaia. Diferentemente do que Bolsonaro afirmou, contudo, o governo resistiu em afastar Milton Ribeiro após o escândalo vir à tona. O ex-ministro acabou exonerado "a pedido" dele próprio. O presidente ainda foi incisivo. “Ele responda pelos atos dele. Eu peço a Deus que não tenha problema nenhum. Mas, se tem algum problema, a PF está agindo, está investigando, é um sinal de que eu não interfiro na PF, porque isso aí vai respigar em mim, obviamente”, disse. Bolsonaro também voltou a declarar que não tem controle sobre a corrupção em seu governo. “Eu tenho 23 ministros, tenho mais de uma centena de secretários, mais de 20 mil cargos em comissão. Se alguém faz algo de errado, pô, vai botar a culpa em mim?", questionou.

LGBTQIAP+

Por iniciativa do vereador Professor Bittencourt (PDT) será realizada na próxima segunda-feira, 27, a partir das 9h, no Plenário da Câmara Municipal de Aracaju, uma Sessão Especial em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. O evento tem o objetivo de celebrar a diversidade e saudar toda a comunidade LGBTQIA+ pelo dia 28 de junho, bem como reafirmar a luta em favor do respeito e contra toda forma de violência LGBTfóbica. A sessão vai contar com a participação de autoridades locais e será transmitida através do Youtube da Câmara Municipal de Aracaju (www.youtube.com/camaradearacaju), além da TV Câmara Aracaju canal aberto 5.3 ou pelo site (www.aracaju.se.leg.br). Programação: 9h - Abertura do evento com mediação do vereador Professor Bittencourt; 9h15min - Início das Palestras. Palestrantes: 1. Marcelo Lima de Menezes- Pedagogo habilitado em Administração e Supervisão Escolar, Especialista em Educação Especial Inclusiva, Especialista em Gênero e Sexualidade na Educação, Ativista dos Direitos Humanos LGBTQIAP+ 2. Mônica Porto de Andrade - advogada, professora, Mestranda em Direitos Humanos pela PUC/PR. Especialista em Direito e Processo do Trabalho e Direito Previdenciário pela Faculdade de Sergipe, Especialista em Direito Homoafetivo e de Gênero pela UNISANTA. Facilitadora em Justiça Restaurativa (URJ) pelo convênio da FAPESE com a OAB/SE. 3. Renata Souza Quirino - Graduada em Direito pela Universidade Federal de Sergipe. Pós-graduada em Direito Homoafetivo e de Gênero pela UNISANTA. Membro da Comissão de Direitos LGBTQI+ da OAB/SE do triênio de 2019-2021. Membro fundadora do grupo de estudos "Direito, arte e literatura" da Universidade Federal de Sergipe, que analisa as aproximações das narrativas literárias e jurídicas, bem como a estética do Direito, da Arte e da Literatura.

APROVADA

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21) um projeto que permite a criação de fundos para consórcios públicos formados por estados ou municípios para custear programas e ações de interesse público, como foco em obras de infraestrutura ou aquisição de bens e serviços. A proposta agora segue para o Senado.O texto aprovado é o substitutivo da relatora, a deputada Leandre (PSD-PR), ao projeto de lei 196/20, originalmente apresentado pelo deputado Geninho Zuliani (União-SP). "A criação de consórcio público de municípios favorece o planejamento regional e permite a articulação das políticas públicas entre os entes federativos", afirmou a relatora. "Além disso, minimiza a fragmentação e racionaliza os investimentos, especialmente na implementação de programas, projetos, atividades e ações que são praticamente impossíveis para muitos municípios realizarem isoladamente", explicou. De acordo com o substitutivo aprovado, os consórcios públicos poderão receber transferências intergovernamentais da Saúde, recursos dos fundos constitucionais de financiamento do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste e repasses de emendas parlamentares. O deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) criticou a destinação de recursos de emendas para consórcios públicos. "Isso pode induzir a utilização indevida de recurso público, com possibilidade menos transparente de destinação de emendas parlamentares." Os consórcios públicos também poderão obter financiamentos e arrecadar taxas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição.

FALEI COM ALMA

A oitava vereadora mais bem votada nas eleições de 2020, Sônia Meire, discursou no evento petista neste último sábado, 18, sendo bastante aplaudida pelo público. Nesta quarta, 22, em entrevista, a então pré-candidata a deputada federal reafirmou seus posicionamentos políticos e explicou a presença do PSOL no palanque do PT. Não diferente de seu próprio discurso no sábado, 18, Sônia Meire em entrevista ao Sem Censura pegou o microfone para defender sua luta e seus ideais políticos. A pré-candidata a deputada federal tocou em casos polêmicos e atuais como o da promotora que foi violentada por outro promotor, a criança de 11 anos que foi impedida de cometer um aborto e o caso Genivaldo. Em sua fala defende as minorias, repudia violência e espera que os direitos humanos sejam garantidos, além disso, trouxe a problemática da fome, do agronegócio e criticou a reforma trabalhista. Foi defendendo essas pautas que ela foi aplaudida pelo público no evento petista que contou com a presença do pré-candidato à presidência da república. “Falei com a alma e as pessoas se sentiram representadas. Estávamos presentes para defender essas pautas e apoiar o único pré-candidato que pode tirar Bolsonaro do poder, que é o Lula. Mas não nos alinhamos ao PT em Sergipe porque o PSOL luta contra as oligarquias sergipanas que comandam o Estado há anos. Ainda tentamos um diálogo com o PT, porém não nos alinhamos”, explica a pré-candidata. Especula-se que a condição do PSOL para uma aliança com o PT em Sergipe, fosse o lançamento da pré-candidatura ao Senado de Henri Clay, entretanto ela foi preterida a Valadares Filho (PTB). Desta forma, em 2022, o PSOL lançará candidatos a federal e estadual  e a chapa majoritária pura que ainda está sendo discutida internamente: “Para governo temos nomes como o presidente municipal do Psol, Demétrio Varjão e a advogada filiada, Niully Campos, mas o nosso direcionamento é que seja uma chapa composta por homens e mulheres”.

COLIGAÇÕES

Por quatro votos a três, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que partidos coligados para concorrer aos governos dos estados não podem fazer outra aliança para o cargo de senador. Os ministros mantiveram a jurisprudência da Corte no sentido de vedar a possibilidade de que as siglas que se uniram para disputar a vaga de governador formem coligações distintas para concorrer ao Senado.Na sessão dessa terça-feira (21), nos casos em que a coligação não abranja as duas vagas, de governador e senador, o TSE autorizou os partidos a lançarem candidaturas próprias - fora da aliança - para o cargo remanescente. Assim, também foi confirmada a possibilidade de uma agremiação, sem integrar qualquer coligação, lançar candidata ou candidato ao cargo de senador individualmente. A decisão foi motivada por uma consulta feita pelo deputado federal Waldir Soares de Oliveira (União Brasil – GO). Ele pediu esclarecimentos sobre as possibilidades de lançamento de candidaturas de senadores quando já houver aliança definida em torno da candidatura ao governo do estado. Entre elas, se partidos coligados ao cargo de governador podem lançar individualmente candidatos para senador. Ele também cobrou posição se um partido sem coligação pode lançar candidato ao Senado e se é obrigatório que as coligações firmadas na disputa ao governo do Estado sejam seguidas em relação ao Senado. Foram favoráveis à medida os ministros Mauro Campbell, Benedito Gonçalves, Carlos Horbach e Alexandre de Moraes.  Os votos contrários foram dados pelos ministros Ricardo Lewandowski, Sergio Banhos e pelo presidente do TSE, Edson Fachin.

PRESO

O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso preventivamente, nesta quarta-feira (22), em Santos. O mandado foi expedido no âmbito de uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quarta. De acordo com a PF, a operação “Acesso Pago” tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O mandado de prisão preventiva expedido contra Milton Ribeiro cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência. O juiz federal Renato Borelli determinou que o ex-ministro seja levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, e que a audiência de custódia seja realizada ainda nesta quarta (22) durante a tarde. Além do mandado contra o ministro, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro mandados de prisão, distribuídos pelos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal. Além disso, há medidas cautelares, como a proibição de contatos entre investigados e envolvidos. “O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal”, informou a PF. “A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados”, informou a PF em nota. Os policiais basearam a investigação em documentos, depoimentos e no “relatório final da investigação preliminar sumária” da Controladoria-Geral da União (CGU). “Foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, afirma a PF.

PRIVRATIZAÇÃO

Durante audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (21), o ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida voltou a defender a privatização da Petrobras. “A privatização tem efeitos maravilhosos sobre a competição, quando é bem desenhada. Um projeto de privatização que traga competição ao setor, que traga mais players, mais empresas, vai gerar um tremendo ganho de bem-estar aos consumidores e à população brasileira. Acredito eu que esse é o caminho de longo prazo que deveria ser seguido”, defendeu. Sachsida se posicionou contrário à criação de um fundo de estabilização com dividendos da Petrobras para segurar o preço dos combustíveis. Um dos maiores entusiastas da proposta é o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Na visão de Sachsida, o tema exige debate, mas poderia ser mais prejudicial do que benéfico. “Apesar de a ideia ter méritos, me parece que, no momento, os riscos são maiores que os benefícios”, avaliou. O ministro acrescentou que com um fundo estabilizador o mecanismo de preço deixa de refletir a real escassez do produto no mercado, bem como poderia afetar a demanda e oferta. “Um fundo de estabilização como esse tem alguns problemas legais hoje. Primeiro, precisaria ser fora do teto de gastos, e isso exigiria uma PEC [proposta de emenda à Constituição]. Uma PEC para isso geraria dúvidas. Você pode ter a impressão de ter mais uma PEC para tirar parte do gasto do teto de gasto. Isso pode aumentar o risco do país, pode gerar desvalorização cambial e aumentar o preço de combustível, e precisaria aumentar o fundo de novo”, justificou. Outra dificuldade, segundo o ministro, é o fato de 2022 ser um ano eleitoral. “A legislação pode impedir medidas nesse âmbito”, alertou. Mesmo com as críticas, caso a proposta seja aprovada por deputados e senadores, Sachsida disse que apoiaria a medida. Adolfo Sachsida disse aos deputados que o novo Conselho de Administração da Petrobras, indicado pelo governo federal, seguirá a lei em relação à definição de políticas de preços de combustíveis. “O novo Conselho de Administração da Petrobras vai seguir a lei, é isso que vamos seguir sempre. Porque existem normativos legais, e este governo respeita a lei”, garantiu, reiterando que o governo não pode intervir na estatal. Segundo Sachsida, o governo não trabalha com controle de preços. “Congelamento, com todo respeito, é ideia de economistas que pertencem a outra vertente do pensamento econômico”, disse. Diante da insatisfação com a política de preços da estatal, o governo federal indicou oito nomes para o conselho, incluindo um novo presidente-executivo, Caio Paes de Andrade, para renovar o colegiado. A mudança foi feita depois que, pressionado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), José Mauro Ferreira Coelho renunciou ontem ao comando da Petrobras, pouco mais de dois meses após assumir a estatal. A decisão foi tomada depois que a empresa anunciou, na sexta-feira (19), um novo reajuste de 14,26% no diesel e de 5,18% na gasolina, na refinaria.

SEM CENSURA NA WEB

 https://www.alonews.com.br/colunista/2022/06/50488/nesta-quarta-22-no-programa-sem-censura-da-radio-sara-bra.html




Tópicos Recentes