25/05/2021 as 18:10

A boçalidade do totalitarismo intelectual

O totalitarismo intelectual subjugou o Estado de Direito

Blog do TR

Política
Por Thiago Reis
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Muito embora exista premissa que em uma democracia, nenhuma forma de totalitarismo deve ser cultivada, o Brazil com “z” acabou se tornando um terreno fértil para semear todo tipo de narrativa que se oponha à legitimidade constitucional do Estado de Direito.

Nunca antes na história desse país, a classe política foi tão criminalizada. E a culpa dessa criminalização, (injustificada em alguns casos), se deve a forma como a grande maioria das figuras públicas constroem suas bases eleitorais. O toma lá da cá continua sendo um instrumento persuasivo, capaz de agregar interesses políticos antagônicos, sempre pelo “bem do povo”.

Mas o fato é que a pandemia causada pelo corona vírus acabou fazendo com que de alguma forma, o brasileiro ficasse mais atento aos desdobramentos políticos no cenário nacional, que são refletidos nos Estados e Municípios. Muitas foram as máscaras que caíram diante de narrativas exdrúxulas que foram fabricadas com o objetivo de manter a população refém do medo.

E esse é sem dúvida alguma o maior risco promovido pelo totalitarismo intelectual, que vem sendo propagado de maneira articulada pela boçalidade de figuras públicas, que não admitem a racionalização de todo e qualquer processo político que possa ser capaz de viabilizar ações  sócio econômicas que contemplem diretamente as demandas da população.

E por Sergipe ser o menor estado da federação, esse tipo de totalitarismo se torna muito mais evidente, porque acaba por arregimentar figuras públicas e veículos de comunicação para reverberar narrativas que contemplam a institucionalização de um totalitarismo intelectual, tornando a população refém de uma ideologia subversiva.

Portanto meus amigos, não há razão que seja minimamente justificável para conceber a ideia que as terras do Cacique Serigy podem continuar servindo aos interesses políticos de uma casta formada por pseudo lideranças que estão acostumadas a se manter no poder na base do “custe o que custar”

Se todo poder emana do povo, o povo precisa acordar e enxergar que o político é tão somente um servidor público com prazo de validade renovável de acordo com a sua produtividade. Vamos então ficarmos atentos às figuras públicas que podem promover um futuro desejado pelo povo sergipano.




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