ECONOMIA

23/01/2021 as 09:03

O risco fiscal aumenta com a queda da popularidade de Bolsonaro

Com a avaliação positiva em queda, o presidente tem em mãos duas saídas

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Com a avaliação positiva em queda, o presidente tem em mãos duas saídas: descambar para a gastança desenfreada ou optar pelo cuidado com as contas públicas.

Ser responsável com as finanças do país tem um alto custo de curto prazo para um político. Seu principal ativo, a popularidade e a capacidade de conversão de imagem em votos, pode ser duramente afetado por medidas de controle fiscal e contenção de despesas. Ser irresponsável com as finanças do país, por sua vez, custa mais caro ainda. Para a população. Em meio à emergência com a piora da pandemia de Covid-19 no país e os louros da vacinação garantidos ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), os dados de queda da avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro trazem uma mensagem clara: os números não são positivos para o mandatário no cenário atual.
A palavra impeachment ganhou força, principalmente nas redes sociais, depois da lamentável ausência de balões de oxigênio em Manaus, capital do Amazonas. Para além da crise humanitária e do despreparo logístico do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para a saída mais eficiente para a crise de saúde — as vacinas –, o fim do auxílio emergencial atingiu diretamente o número de brasileiros que aprovam a gestão do governo federal.




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